sábado, 14 de fevereiro de 2009

crianças com surdez

É triste, quando levamos um filho ou filha para o exame para entrar na escola e nos dizem: a sua filha não vê nem ouve porque é teimosa e mimada. Quando na realidade, passados três meses vai ao oftalmologista e tem que usar óculos por ter um estagmatísmo agravado, assim como quatro meses depois do exame há vizão foi o exame audictivo onde lhe foi diagnostica uma surdez genética. Pois como podem ver é este tipo de enfermeiras que hesistem no centro médico de Odivelas. A minha filha o que tinha era apenas mimo disse a enfermeira, mas quem tem que usar dois aparelhos auditivos para poder ouvir é a Susana. E quem os tem que pagar sou eu. Mas o pagar é o menos. Se não fosse o facto de a primeira consulta com a enfermeira ter sido Janeiro de 2007 e o resultado de todos os exames feitos a meu pedido com a ajuda do dr. Luis Tomaz do Hospital Polido Valente, só terem ficados agora prontos em Fevereiro de 2009, ou seja a minha filha está com dois anos de atraso no facto de ter que usar os aparelhos. Não condeno o médico, não porque ele até tem ajudado, mas a dita enfermeira não tem capacidade para ter essa profissão. Perdoem este meu desabafo mas é um direito que eu tenho e também uma revolta bem grande. Boa noite e bom fim de semana